Os cinco maiores riscos para uma empresa irregular junto à PNRS

São inúmeras as vantagens de fazer parte de um sistema coletivo de logística reversa, como o gerido pelo Instituto Brasileiro de Energia Reciclável – IBER, para a cadeia de baterias chumbo-ácido.

Mais do que cumprirem com a legislação vigente, as empresas passam a carregar um ativo importante para suas marcas, imagem e reputação, de comprometidas com a sustentabilidade, o bem estar, a Saúde e o futuro do País. Mas e quanto aos riscos? O que uma organização pode sofrer caso siga irregular junto à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)? Confira aqui:

1. Exposição de trabalhadores a materiais nocivos à Saúde
No caso específico da cadeia produtiva de baterias chumbo-ácido, o não cumprimento da legislação leva a crer que a empresa não está tomando os devidos cuidados no manuseio e descarte dos produtos inservíveis, que contêm chumbo e ácido, dois componentes extremamente tóxicos. Isso faz com que a empresa pod ser acionada na Justiça do Trabalho por seus funcionários atuais e antigos, por exposição indevida e processos irregulares.

2. Custos elevados por não reaproveitar resíduos.
Sem a implementação de uma logística eficiente e com resultados comprovados, a organização deixa escapar a chance de melhorar seus processos e adotar soluções inteligentes de reaproveitamento de matérias-primas, pagando mais caro pelos insumos e correndo riscos de desabastecimentos e paradas de produção por falta dos produtos no mercado.

3. Perda de mercado*
A grande maioria dos consumidores prioriza a compra em empresas que, pelo menos, cumpram a legislação ambiental. Estar irregular representa um grande risco de o negócio falir por perda de clientela. A empresa ainda deixa de vender para grandes clientes corporativos, deixando o rol de fornecedores estratégicos, uma vez que as grandes corporações são ainda mais rígidas no processo de seleção de seus parceiros comerciais.

4. Multas e sanções
A fiscalização dos órgãos ambientais municipais, estaduais e federal está cada vez mais intensa e conta com o suporte de inteligências das entidades gestoras, como o IBER.

5.  Isolamento
A empresa que está fora de um sistema coletivo deixa de manter conexões estratégicas com outros participantes da cadeia produtiva, perde oportunidades de capacitação, não conta com suporte técnico e está desatualizada quanto aos avanços na legislação, especialmente sobre novas normas e diretrizes.

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